O artigo denuncia o falso zelo que reduz a vida devota a critérios práticos e mundanos. Em resposta, reafirma a tradição espiritual da Igreja, a comunhão entre estados de vida e a urgente necessidade de oração pelos sacerdotes e sua santificação.
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Com grande satisfação, publicamos a “Instrução Quaresmal” de 1946, carta pastoral do zeloso Arcebispo Dom Ranulpho da Silva Farias, que pastoreou a Arquidiocese de Maceió entre 1939 e 1963. Já em tempos de materialismo e erros modernos, Dom Ranulpho ensinou e exortou a seu clero e fiéis à conversão, à prática sacramental, à firmeza doutrinária e ao ardor eucarístico, reafirmando que só pela fé católica se restauram as almas e a sociedade.
O artigo denuncia a perseguição à Missa Tradicional na Arquidiocese de Maceió, narrando, desde o contexto de Summorum Pontificum até o de Traditionis Custodes, proibições, pressões e ameaças de excomunhão contra fiéis ligados ao rito de São Pio V, sustentando que não há cisma dos tradicionalistas, mas fidelidade ao Magistério tradicional, e criticando o abuso de autoridade e do direito canônico como instrumento de coerção contra a Tradição da Igreja.
O artigo traça um paralelo entre “Man in Black”, de Johnny Cash, e a batina tradicional para criticar a transformação do sacerdócio católico após o Concílio Vaticano II, argumentando que, ao abandonar o negro hábito sacerdotal — símbolo de sacrifício e combate espiritual —, o clero teria trocado sua missão sobrenatural por militância mundana, diluindo e perdendo a identidade e a autenticidade sacerdotais, bem como sua fecundidade espiritual, tornando-se um mero agente pastoral adaptado ao mundo, cuja missão salvífica fora esvaziada.
Às portas da Quaresma de 1987, diante da perda do espírito da fé e da influência de princípios liberais no clero, Dom Marcel Lefebvre escreveu uma pequena carta pastoral aos fiéis de sua Fraternidade, alertando-os para a necessidade de permanecer firmes nas tradições católicas e exortando-os à reflexão, enfatizando a importância da penitência, da oração e da comunhão com a Igreja por meio de seus sacramentos para a vida cristã.
Contra a tendência de justificar a fé para agradar seus adversários, o artigo clama pelo resgate do vigor católico, sustentando que a única defesa eficaz da Fé não é a diplomacia, mas o ataque altivo com a Verdade, combatendo a letargia e o naturalismo dominante com retidão e sem concessões.
O artigo analisa a alteração substancial do Ofertório católico na reforma litúrgica de Paulo VI, substituindo as orações católicas tradicionais por novas fórmulas de origem talmúdica e comprometendo a doutrina sacrificial da Missa católica.
O Papa Leão XIV anunciou que iniciará um novo ciclo de catequeses dedicado ao Concílio Vaticano II e à releitura de seus documentos. O autor continua seu último artigo e critica a manutenção de uma agenda modernista que dilui a Fé da Igreja e substitui a autoridade do Magistério pelo diálogo, alertando sobre o autoengano e a euforia dos católicos.
Após o falecimento súbito do Papa Francisco, a eleição e as ações de Leão XIV despertam debates na Igreja. O artigo examina o início do novo pontificado, criticando como euforia a celebração dos fiéis católicos a cada novo acontecimento na estética vaticana, e apontando a mesma estética como uma máscara para a manutenção de uma agenda modernista e ecumênica e a falta de integridade doutrinal das autoridades católicas atuais.
O Vaticano emitiu um parecer contrário à ordenação de diaconisas, reafirmando que as diaconisas históricas não equivaliam aos diáconos masculinos. No entanto, as opiniões da comissão de estudos ficaram divididas ao sugerir mais estudos e a criação de “ministérios não ordenados” para mulheres, ignorando a Tradição da Igreja e abrindo precedentes para possíveis mudanças.
