“Fiz tudo do meu jeito” e “não me arrependo de nada”. O que parece uma afirmação de liberdade pode esconder a mais antiga e orgulhosa das revoltas: non serviam — não servirei.
Autor: Antônio Luiz Ghislieri
O que acontece quando a liturgia deixa de ser a ascensão da alma a Deus para organizar-se em torno da experiência humana?
O artigo analisa a drástica transformação ritual das bênçãos católicas após a reforma litúrgica, particularmente a bênção da água, demonstrando como o Ritual de Bênçãos promulgado em 1984 esvaziou a essência católica das bênçãos, substituindo exorcismos e bênçãos constitutivas por orações laudatórias que minam a eficácia real dos sacramentais.
O artigo traça um paralelo entre “Man in Black”, de Johnny Cash, e a batina tradicional para criticar a transformação do sacerdócio católico após o Concílio Vaticano II, argumentando que, ao abandonar o negro hábito sacerdotal — símbolo de sacrifício e combate espiritual —, o clero teria trocado sua missão sobrenatural por militância mundana, diluindo e perdendo a identidade e a autenticidade sacerdotais, bem como sua fecundidade espiritual, tornando-se um mero agente pastoral adaptado ao mundo, cuja missão salvífica fora esvaziada.
O artigo analisa a alteração substancial do Ofertório católico na reforma litúrgica de Paulo VI, substituindo as orações católicas tradicionais por novas fórmulas de origem talmúdica e comprometendo a doutrina sacrificial da Missa católica.
O artigo apresenta a recente nota Mater Populi Fidelis como cume de um processo histórico iniciado no Concílio Vaticano II, que esvazia de significado os títulos marianos, sacrificando a Tradição da Igreja em favor de um ecumenismo modernista e refletindo o orgulho moderno contra a humildade da Santíssima Virgem. Por fim, o autor defende a necessidade da devoção mariana tradicional e do Santo Rosário.
Contra a insidiosa revolta contra a Santa Mãe de Deus, apresentamos este artigo em defesa das doutrinas de Nossa Senhora como Corredentora do gênero humano e Medianeira de todas as graças profundamente apoiado no Magistério tradicional e na Tradição da Igreja, bem como em seus santos e doutores.
