Uma profetisa, uma mensagem vinda do alto e a promessa de uma nova era para toda a humanidade. Ecoando uma velha impostura, talvez a história de “Dia D” (2026), o mais novo filme de Steven Spielberg, seja mais antiga do que parece.
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Dado os 152 anos do nascimento de G. K. Chesterton, este breve ensaio visa elencar alguns paralelos entre o escritor inglês e Gustavo Corção, como na questão da amizade, caridade, fé e combate ao liberalismo.
O artigo traça um paralelo entre “Man in Black”, de Johnny Cash, e a batina tradicional para criticar a transformação do sacerdócio católico após o Concílio Vaticano II, argumentando que, ao abandonar o negro hábito sacerdotal — símbolo de sacrifício e combate espiritual —, o clero teria trocado sua missão sobrenatural por militância mundana, diluindo e perdendo a identidade e a autenticidade sacerdotais, bem como sua fecundidade espiritual, tornando-se um mero agente pastoral adaptado ao mundo, cuja missão salvífica fora esvaziada.
Considerando a forma banal com que a palavra “amigo” passou a ser utilizada em nossos dias, o artigo trata sobre o que é a verdadeira amizade, que é uma forma de amor, e sobre as suas consequências para os amigos.
Partindo de um conceito da coisa humorística que visa abarcar defecção e jocosidade, o artigo propõe uma resposta para a questão liberal acerca dos limites do humor.
O artigo reflete sobre o niilismo, Nietzsche e a crise de sentido e existencial na vida moderna, que é marcada pela ausência de valores transcendentes e pela busca incessante de prazeres efêmeros, assim como sobre a necessidade da verdadeira autossuperação, do sacrifício e da humildade para encontrar um sentido de vida que vai além do próprio “eu”.
O artigo ensaia uma interpretação da letra de “Farewell, Angelina”, de Bob Dylan, como sendo um trabalho de abordagem crítica da história americana desde sua colonização até meados do século XX.
O artigo destaca a importância da fé católica na defesa de verdades espirituais, acirrando a crítica à inércia dos católicos mesmo diante de atrocidades e enfatizando que todos têm a responsabilidade de propagar a fé e combater erros em tempos difíceis.
