Uma profetisa, uma mensagem vinda do alto e a promessa de uma nova era para toda a humanidade. Ecoando uma velha impostura, talvez a história de “Dia D” (2026), o mais novo filme de Steven Spielberg, seja mais antiga do que parece.
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O artigo propõe uma leitura literária e simbólica de “Frevo Mulher”, de Zé Ramalho, revelando, por trás do ritmo festivo da canção, uma reflexão sobre afetividade, solidão e os males causados pela ausência do matrimônio cristão e de seus bens.
Dado os 152 anos do nascimento de G. K. Chesterton, este breve ensaio visa elencar alguns paralelos entre o escritor inglês e Gustavo Corção, como na questão da amizade, caridade, fé e combate ao liberalismo.
O professor e filósofo tomista Carlos Nougué analisa o filme “A Paixão de Cristo”, dirigido por Mel Gibson e lançado em 2004, que retrata as doze horas antes da morte de Jesus, abordando para isso enredo, produção, impacto comercial e religioso à luz de critérios estéticos e da tradição católica.
O artigo traça um paralelo entre “Man in Black”, de Johnny Cash, e a batina tradicional para criticar a transformação do sacerdócio católico após o Concílio Vaticano II, argumentando que, ao abandonar o negro hábito sacerdotal — símbolo de sacrifício e combate espiritual —, o clero teria trocado sua missão sobrenatural por militância mundana, diluindo e perdendo a identidade e a autenticidade sacerdotais, bem como sua fecundidade espiritual, tornando-se um mero agente pastoral adaptado ao mundo, cuja missão salvífica fora esvaziada.
Em seu artigo, o professor e filósofo tomista Carlos Nougué, nosso autor convidado, analisa a obra musical do compositor estoniano Arvo Pärt. Atravessando a conversão artística e purificação de Pärt do atonalismo, o autor analisa como sua técnica e estilo tintinabular, com influências do canto gregoriano, da polifonia e da música bizantina, e a presença do silêncio e da repetição como que numa oração, tornam Pärt no maior compositor do século XXI.
O artigo reflete sobre o niilismo, Nietzsche e a crise de sentido e existencial na vida moderna, que é marcada pela ausência de valores transcendentes e pela busca incessante de prazeres efêmeros, assim como sobre a necessidade da verdadeira autossuperação, do sacrifício e da humildade para encontrar um sentido de vida que vai além do próprio “eu”.
O artigo ensaia uma interpretação da letra de “Farewell, Angelina”, de Bob Dylan, como sendo um trabalho de abordagem crítica da história americana desde sua colonização até meados do século XX.
Alegrai-vos, porque alcançastes o refúgio tranquilo e seguro de um porto escondido, a que muitos desejam chegar. (Carta de São…
Ao ouvido pagão, soa exótico e antigo tudo, desde o título à letra da quinta faixa do álbum Wednesday Morning,…
