E quando a conveniência do pragmatismo substitui a fidelidade aos princípios? Pior que perder uma eleição é sacrificar princípios e vitimar a própria consciência no altar da política.
Autor: João Medeiros
O artigo analisa como as sagrações de 2026 demonstram o fracasso da esperança de reconciliação de Ratzinger, passadas quase quatro décadas da “Operação Sobrevivência”, dando lugar ao triunfo crescente do burocratismo eclesial e a recusa ao diálogo na Igreja contemporânea.
O artigo reflete sobre a virtude da esperança em meio à crise da Igreja, discutindo sua definição e importância no contexto atual e distinguindo-a de expectativas humanas ou políticas. À luz de Santo Tomás, mostra que a verdadeira esperança se funda em Deus e visa a felicidade eterna, evitando tanto o desespero quanto a passividade enquanto confia nas promessas de Deus.
O artigo denuncia a perseguição à Missa Tradicional na Arquidiocese de Maceió, narrando, desde o contexto de Summorum Pontificum até o de Traditionis Custodes, proibições, pressões e ameaças de excomunhão contra fiéis ligados ao rito de São Pio V, sustentando que não há cisma dos tradicionalistas, mas fidelidade ao Magistério tradicional, e criticando o abuso de autoridade e do direito canônico como instrumento de coerção contra a Tradição da Igreja.
Contra a tendência de justificar a fé para agradar seus adversários, o artigo clama pelo resgate do vigor católico, sustentando que a única defesa eficaz da Fé não é a diplomacia, mas o ataque altivo com a Verdade, combatendo a letargia e o naturalismo dominante com retidão e sem concessões.
O Papa Leão XIV anunciou que iniciará um novo ciclo de catequeses dedicado ao Concílio Vaticano II e à releitura de seus documentos. O autor continua seu último artigo e critica a manutenção de uma agenda modernista que dilui a Fé da Igreja e substitui a autoridade do Magistério pelo diálogo, alertando sobre o autoengano e a euforia dos católicos.
Após o falecimento súbito do Papa Francisco, a eleição e as ações de Leão XIV despertam debates na Igreja. O artigo examina o início do novo pontificado, criticando como euforia a celebração dos fiéis católicos a cada novo acontecimento na estética vaticana, e apontando a mesma estética como uma máscara para a manutenção de uma agenda modernista e ecumênica e a falta de integridade doutrinal das autoridades católicas atuais.
O artigo reflete sobre o niilismo, Nietzsche e a crise de sentido e existencial na vida moderna, que é marcada pela ausência de valores transcendentes e pela busca incessante de prazeres efêmeros, assim como sobre a necessidade da verdadeira autossuperação, do sacrifício e da humildade para encontrar um sentido de vida que vai além do próprio “eu”.
A crônica histórica apresenta uma síntese biográfica de São Francisco Xavier (1506–1552), sacerdote e cofundador da Companhia de Jesus, celebrado pela Igreja no dia 3 de dezembro. Descrevendo sua conversão em Paris por Inácio de Loyola e sua monumental missão de evangelização do continente asiático, destaca-se particularmente o legado missionário do Patrono das Missões Católicas.
Este artigo trata sobre o que se vem chamando de “virtude da tolerância”, argumentando que a verdadeira virtude exclui completamente a aceitação irrestrita do erro e da falsidade, enfatizando ser a defesa da verdade um dever moral do homem e, mais ainda, do homem católico.
