O Papado e a euforia dos católicos modernos

No dia 21 de abril de 2025, segunda-feira na Oitava de Páscoa, todo o orbe católico, não católico e anticatólico amanheceu em choque com o anúncio realizado pelo Cardeal Kevin Farrell, Camerlengo da Igreja, em conjunto do Cardeal Pietro Parolin, Secretário de Estado do Vaticano. O Camerlengo anunciava a notícia da morte do Papa Francisco, vitimado por um acidente vascular cerebral seguido de insuficiência cardíaca irreversível. E tudo isto depois do que parecia ser uma árdua mas não obstante boa recuperação, por sua alta hospitalar após quase dois meses de internação em quadro grave. A notícia foi recebida com surpresa e estranheza entre os católicos, devido ao fato de um dia antes, no Domingo de Páscoa, o Sumo Pontífice haver aparecido na sacada da Basílica de São Pedro para desejar aos católicos uma feliz Páscoa e dar a bênção Urbi et Orbi. Em certa atitude de despeito com o finado Pontífice, os senhores cardeais ignoraram o tradicional Novemdiale, anunciando conjuntamente a convocação das preparações gerais para o Conclave, que foi realizado no dia 7 de maio e que, no quarto escrutínio no dia 8 de maio, elegeu o Cardeal Robert Prevost, americano de 69 anos, que se impôs o nome de Leão XIV — em justificada referência a Leão XIII e sua dedicação à doutrina social da Igreja e a São Leão Magno.

Não pretendo fazer nestas linhas uma crítica profunda, muito menos, uma eulogia do finado Papa argentino e de seu pontificado1, que caracterizo como catastrófico. Tampouco farei previsões acerca do novo pontificado que ainda está em seu início: sou historiador e, por conseguinte, o meu trabalho se dá exclusivamente mediante a fatos históricos — de forma que futurismos não convêm. E o fato que se me apresenta, além de seu valor histórico, é também fruto de um fenômeno psicopatológico conhecido como “euforia”, que é definida pelo Dicionário Michaelis como a “sensação ou estado de intensa alegria, bem-estar e otimismo, nem sempre condizente com a realidade ou com o estado físico de uma pessoa”2. Voltaremos à ela.

É perfeitamente compreensível que após mais de uma década baixo o regime de tirania do Papa Francisco, os católicos possam vir a ter um breve suspiro de alívio ao ver um Papa minimamente honesto que retomou o uso ancião da mozzetta papal e do brasão pendente na faixa, que reza em latim e se ajoelha diante do Santíssimo Sacramento; um Papa que externamente faz o mínimo que todo católico, laico ou regular, deveria fazer.

E não apenas isso: é mais do que natural que um filho tenha certa segurança no olhar paternal de seu pai. O que vem acontecendo desde o dia 8 de maio entre os cristãos, todavia, não é apenas o alívio de ver que o novo Pai da Cristandade não é um tirano.

O mínimo nas aparências voltou a ser feito em Roma, e graças a Deus por isso, mas Leão XIV, assim como a cadeia dos Papas conciliares e pós-conciliares, não exerce sua autoridade papal. Oxalá tivéssemos um Papa legitimamente autoritário, que exercesse sem medo a sua autoridade sacrossanta! Não é, entretanto, o que acontece quando consultamos e verificamos a realidade dos fatos. Vamos a eles.

Tão logo foi eleito, que fez o Santo Padre? Pediu ao Colégio dos Cardeais uma renovação dos preceitos liberais-modernistas do Concílio Vaticano II, dizendo: “Gostaria que juntos, hoje, renovássemos nossa plena adesão, neste caminho, à via que há décadas a Igreja universal tem trilhado na esteira do Concílio Vaticano II”3. Dias depois, convidou os jornalistas “a salvaguardar o bem precioso da liberdade de expressão e de imprensa”4, severamente condenadas por uma sucessão de Papas, mais notoriamente Gregório XVI e Pio IX. E foi apenas o começo…

Desde então o Pontífice Romano pediu em vídeomensagem dirigida à Rede Mundial de Oração do Papa — novo e burocrático nome oficial do antigo Apostolado da Oração — a oração dos católicos, “para que as pessoas de diferentes tradições religiosas trabalhem juntas para defender e promover a paz, a justiça e a fraternidade humana”5, um ideal com cheiro daquele maçonismo de que falava o Pe. Sardá y Salvany; exortou da necessidade de uma “conversão ecológica” — seja lá o que signifique isto — e abençoou um pedaço de gelo como gesto simbólico e “artístico” para ativistas ambientais6; acenou aos sionistas saudando-lhes com um tikkun olam7, o conceito judaico-cabalístico do “conserto do mundo” sempre tão presente em iniciativas de caráter ecumênico e judaizante — a mesma cabala que considera o catolicismo uma ramificação da “árvore da morte”, uma espiritualidade vazia e falsa — que busca transformar este mundo, que jaz no maligno, em um mundo perfeito.

Além das declarações “para fora” da Igreja, o Papa também dirigiu-se “para dentro” da Igreja ou, abrangentemente, para o cristianismo8. Em novembro, nos eventos de comemoração dos 1700 anos do Concílio de Niceia, o primeiro concílio da história da Igreja, que salvaguardou a Fé Católica, Leão XIV recitou o Credo Niceno-constantinopolitano omitindo a Filioque em evento ecumênico com os cismáticos autoproclamados ortodoxos9, como já o tinha feito no dia 14 de setembro, festa de Exaltação da Santa Cruz, num evento ecumênico sobre os novos mártires ocorrido na Basílica Papal de São Paulo Extramuros10; ao mesmo tempo, teve publicada a Carta Apostólica In Unitate Fidei11, por ocasião do 1700° aniversário de Niceia, onde, em suas notas de rodapé, afirmou que a afirmação de que o Espírito Santo “procede do Pai e do Filho” foi inserida exclusive no Credo Latino, e não como objeto do Magistério Universal, bem como que a cláusula é “objeto do diálogo ortodoxo-católico”.

Não obstante o ataque à Fé da Igreja pela retirada da Filioque na recitação ecumênica do Credo, o Pontífice ratificou com sua assinatura e fez publicar a Nota Doutrinal Mater Populis Fidelis12, redigida pelo atual Prefeito do Dicastério para a Doutrina da Fé, o controverso Cardeal Dom Víctor Manuel Fernández — mais conhecido por Tucho —, onde se atacou as tradicionais doutrinas do papel da Virgem Mãe de Deus como Medianeira de todas as graças e Corredentora em nossa salvação, sempre ensinadas pelos santos e doutores, bem como endossadas e ratificadas pelo Magistério tradicional da Igreja.

Este é apenas um pequeno apanhado de declarações que para qualquer católico são seria motivo de escândalo. Declarações que servem apenas aos interesses de hereges, cismáticos e anticatólicos em geral, que louvaram todos os atos — nada que importe muito, porque “o direito à liberdade religiosa não é opcional, mas essencial”, como ensinou o Papa Leão em outubro13. Mas não estamos em tempo de sanidade, de bom senso ou de ortodoxia…

O que temos visto entre os católicos modernos, sejam eles conservadores ou mesmo tradicionalistas? Desde o primeiro momento, uma alegria infundada pelo nome escolhido pelo Cardeal Prevost em sua eleição: “Vejam, vejam! O novo Papa se chama Leão! É um sinal!”; passando por uma felicidade infundada pela retomada da mozzetta de seda vermelha no balcão central da Basílica de São Pedro: “Vejam, vejam! O Papa Leão voltou a usar um paramento tradicional! É um sinal! Ele vai restaurar a Tradição da Igreja!”… que conjectura! Retomemos, agora sim, a concepção de “euforia”: sensação ou estado de intensa alegria, bem-estar e otimismo, nem sempre condizente com a realidade. Não obstante as declarações, ou ataques, contra a Fé da Igreja que partem dos Cardeais da Cúria, eleitos pelo Papa Francisco mas confirmados em suas prefeituras pelo Papa Leão XIV, e os documentos assinados pelo próprio Pontífice, que nos deveria confirmar na Fé, os católicos têm coado mosquitos e engolido camelos, ou, em bom português de nosso tempo, passado pano para cada ato.

Se anteontem o Papa Leão defendeu a liberdade religiosa e ontem o Cardeal Fernández atacou insidiosamente a dignidade de Nossa Senhora, ainda hoje o católico moderno fingirá que nada aconteceu e apontará com orgulho o fato do Pontífice ter retomado o uso do brasão papal com fios de ouro na faixa. É precisamente, como certa vez ouvi de um sacerdote num sermão, o esteticismo contra o Reinado Social de Nosso Senhor. Vejam como são belas as rendas das alvas e sobrepelizes, o dourado das casulas e dos pluviais, o canto gregoriano do Pater noster, o retorno da Missa do Galo em São Pedro! De fato, toda essa estética é muito bonita, mas onde está a beleza da doutrina que dá vida a tudo isso? Inexiste, não passa de uma estética oca, uma casca vazia. E é essa casca vazia que defendem os católicos na hora presente, mas… é isto o que merece a santa instituição do Papado?

Há quase 90 anos, o Papa Pio XII diagnosticou que “muitos talvez, ao se afastarem da doutrina de Cristo, não tiveram plena consciência de serem enganados pela falsa miragem de frases brilhantes que proclamavam tal afastamento”14, e o diagnóstico de então parece servir para que reconheçamos o problema atual: o brilho das sedas, o brilho dos fios de ouro e de prata, o brilho do nome “Leão”, o brilho do canto gregoriano e das polifonias sacras, o brilho dos órgãos de tubos e o brilho das frases com certo grau de catolicidade criaram uma falsa miragem na qual muitos dos católicos resolveram parar, mas que, como toda miragem, não passa da aridez de um deserto. No início do já longínquo — em tempo e em doutrina — século XIV, na infalível e dogmática Bula Unam Sanctam, o Papa Bonifácio VIII ensinou sobre o Papado e sua autoridade que, “mesmo se dada a um homem e exercida por meio de um homem, não é humana, mas antes, um poder divino, dado pela boca divina a Pedro, a ele e aos seus sucessores, no próprio Cristo, que ele, como rocha firme, professara, na ocasião em que o Senhor disse ao mesmo Pedro: ‘Tudo o que ligares’ etc. [Mt 16,19]”15, bem como ensinou infalivelmente o Concílio Vaticano I na Constituição Dogmática Pastor Aeternus: “o mesmo Romano Pontífice é o sucessor do bem-aventurado Pedro, príncipe dos Apóstolos e verdadeiro vigário de Cristo, e cabeça de toda a Igreja e pai e doutor de todos os cristãos”16. É precisamente esta a veneração que cabe à figura do Santo Padre: veneração do Supremo Pastor que é verdadeiro legado de Cristo e representante Seu na Terra, cuja potestade vem de Deus e cujo papel “é, pois, suportar a Igreja e manter nela a conexão, a solidez de uma coesão indissolúvel”17, quer dizer, a solidez rochosa de uma doutrina, que é a mesma do próprio Senhor.

Sem resguardar com amor e fidelidade a doutrina riquíssima da salvação, que é o que origina e faz resplandecer as vestes e adereços do Papado, os hábitos e aparências que lhe são característicos porque representam sua autoridade divina, a estética do ofício perde o sentido que lhe é próprio. Perdendo este sentido, são reduzidos a apenas àquilo que o mundo critica como “faustos” e “pompas”. E o amor do católico ao Papado não é e não deve ser amor de estética, de pompas e faustos, que devem, sim, ser amados, mas apenas porque se reconhece que decorrem de algo muito maior e representam a própria raiz da autoridade divina que constituiu a autoridade petrina como princípio da unidade e fundamento da segurança da Igreja; deve ser amor de verdade, de doutrina, amor à autoridade fundamental e angular sobre a qual o Senhor erigiu sua Igreja. O conceito próprio de justiça significa “dar a cada um o que lhe é devido”, de forma que não trataríamos um rei da mesma forma que tratamos um parente, senão com a reverência que se deve à majestade; Cristo “é ainda o rei da Igreja, ‘que possui a chave de David; ele fecha e ninguém pode abrir; ele abre e ninguém pode fechar’ (Ap. III, 7); ora, dando as chaves a Pedro, ele o declara o chefe da sociedade cristã”18, de forma que devemos tratar a Pedro com a mesma reverência que se deve à majestade.

O amor de estética é amor de empolgação, é euforia, é ilusão, é autoengano sem lastro que não pode resultar noutra coisa além de decepção. De nada adiantaria o Papa vestir-se dos pés à cabeça como prevê o protocolo papal e restaurar todas as vestes tradicionais romanas, ou até mesmo que retomar o uso da tiara papal, se ainda assim seguisse com uma doutrina que falseia a verdade e ataca a dignidade da Santíssima Mãe de Deus; que ataca o Credo diminuindo, ocultando e omitindo a Fé da Igreja na teoria e negando-lhe na prática diante daqueles que negam ao Filho a procissão do Espírito Santo; que mantém a autorização à iníqua bênção a pares homossexuais19; que saúda os sionistas, que negam e atacam a Religião Verdadeira, dentre outras coisas.

E se consideramos que a profissão e defesa integral do Credo são o mínimo requerido de um católico, não obstante todas as aparências mantidas, Leão XIV faz menos que o mínimo do que deveria fazer o católico — e muito menos do que deveria fazer um Papa, pois a quem muito se dá, muito se cobra.

A doutrina da Fé pura e sem mácula é o que importa, e tudo o que deriva dela, como assertou o Cardeal Merry del Val refutando as doutrinas heréticas de um reverendo anglicano: “Para que fim a Igreja está no mundo? Para ensinar a verdade divinamente revelada e tudo o que Cristo ensinou”20. A expectativa e a esperança não caminham juntas: uma se fia na Eternidade, que não passa, e a outra nas coisas que passam; esta é divina, é virtude teologal e nunca decepciona, enquanto aquela é humana, demasiadamente humana, e maldito o homem que confia no homem. Se criamos e nutrimos euforicamente expectativas humanas por causa das sedas, ouros e bordados, não teremos outra coisa além de decepção: a doutrina daqueles que estão a frente das congregações e dicastérios romanos, e mesmo da própria Sé Apostólica não é católica, e muitas vezes é anticatólica, de forma que os seus adereços são sinais vazios.

O católico não se pode bastar e contentar com a euforia expectante de uma realidade mal vivida, cheia de ilusões e de autoengano; mas, resguardando a pureza da Fé, guardar e aguardar com alegria uma esperança divina na promessa do Cristo de que as portas do Inferno não prevalecerão contra Sua Igreja.


1. A este respeito, recomendo a leitura do artigo The Pope is Dead. Long Live the Papacy., escrito por Eric Sammons e publicado na Crisis Magazine em 21 de abril de 2025.

2. EUFORIA. In: MICHAELIS: Dicionário Brasileiro da Língua Portuguesa. Melhoramentos, 2025. Disponível em: <https://michaelis.uol.com.br/moderno-portugues/busca/portugues-brasileiro/euforia/>. Acesso em: 02 jan. 2026.

3. FONSECA, Thulio. Leão XIV aos cardeais: “O Papa é um humilde servo de Deus e dos irmãos”. Vatican News. Disponível em: <https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2025-05/papa-leao-xiv-encontro-cardeais-10-05-2025.html>. Acesso em: 03 jan. 2026.

4. JAGURABA, Mariangela. Papa Leão XIV agradece aos jornalistas pelo “serviço à verdade”. Vatican News. Disponível em: <https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2025-05/papa-leao-xiv-encontro-imprensa-mundial-bem-todos0.html>. Acesso em: 03 jan. 2026.

5. COLLET, Andressa. Papa, em oração, pede união entre as religiões em um mundo ferido por conflitos. Vatican News. Disponível em: <https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2025-09/papa-leao-xiv-video-intencao-oracao-outubro-dialogo-pela-paz-25.html>. Acesso em: 03 jan. 2026.

6. FONSECA, Thulio. Papa: “É preciso passar dos discursos ambientalistas a uma conversão ecológica”. Vatican News. Disponível em: <https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2025-10/papa-leao-xiv-castel-gandolfo-10-anos-laudato-si-01-10-2025.html>. Acesso em: 03 jan. 2026.

7. LEÃO XIV. Videomessage from His Holiness Pope Leo XIV on the occasion of the “ALS Walk for Life”. Roma: Dicastério para a Comunicação, 2025. Disponível em: <https://www.vatican.va/content/leo-xiv/en/messages/pont-messages/2025/documents/20250920-videomessaggio-walk-for-life.html>. Acesso em: 03 jan. 2026.

8. Não há verdadeiro cristianismo fora da Igreja Católica, que é a verdadeira, una e única Igreja de Cristo.

9. ALETEIA PT. Leão XIV na Turquia: um Credo sem Filioque para preservar a unidade. Aleteia. Disponível em: <https://pt.aleteia.org/2025/11/28/leao-xiv-na-turquia-um-credo-sem-filioque-para-preservar-a-unidade/>. Acesso em: 04 jan. 2026.

10. ALETEIA. Why did Leo leave words out of the Creed in Turkey?. Aleteia. Disponível em: <https://aleteia.org/2025/11/30/why-did-leo-leave-words-out-of-the-creed-in-turkey/>. Acesso em: 04 jan. 2026.

11. LEÃO XIV. Carta Apostólica In Unitate Fidei: no 1700° aniversário do Concílio de Niceia. Roma: Dicastério para a Comunicação, 2025. Disponível em: <https://www.vatican.va/content/leo-xiv/pt/apost_letters/documents/20251123-in-unitate-fidei.html>. Acesso em: 04 jan. 2026.

12. FERNÁNDEZ, Cardeal Víctor Manuel. Nota Doutrinal Mater Populis Fidelis: sobre alguns títulos marianos referidos à cooperação de Maria na obra da Salvação. Roma: Dicastério para a Doutrina da Fé, 2025. Disponível em: <https://sl1nk.com/vaticano-nota-doutrinal-mater-populis-fidelis>. Acesso em: 04 jan. 2026.

13. FRACCALVIERI, Bianca. “Liberdade religiosa é essencial, não privilégio”, afirma o Papa. Vatican News. Disponível em: <https://www.vaticannews.va/pt/papa/news/2025-10/papa-leao-xiv-audiencia-ajuda-igreja-que-sofre-jubileu.html> Acesso em: 04 jan. 2026.

14. PIO XII. Encíclica Summi Pontificatus. Roma: Libreria Editrice Vaticana, 1939. Disponível em: <https://www.vatican.va/content/pius-xii/pt/encyclicals/documents/hf_p-xii_enc_20101939_summi-pontificatus.html>. Acesso em: 05 jan. 2026.

15. DENZINGER, Heinrich. Compêndio dos símbolos, definições e declarações de fé e moral da Igreja Católica. São Paulo: Paulinas; São Paulo: Loyola, 2006, pp. 305-307.

16. Ibidem, pp. 652-660.

17. LEÃO XIII. Encíclica Satis Cognitum, n. 31. Roma: Libreria Editrice Vaticana, 1896. Disponível em: <https://www.arsenalcatolico.com.br/carta-enciclica-satis-cognitum-do-papa-leao-xiii-sobre-a-unidade-da-igreja/>. Acesso em 05 jan. 2026.

18. Ibidem.

19. ALLEN, Elise Ann. Pope Leo speaks to Crux’s Elise Ann Allen about LGBTQ+ issues and the liturgy. Crux. Disponível em: <https://cruxnow.com/vatican/2025/09/pope-leo-speaks-to-cruxs-elise-ann-allen-about-lgbtq-issues-and-the-liturgy>. Acesso em: 06 jan. 2026.

20. MERRY DEL VAL, Rafael. The Truth of Papal Claims. Londres: Sands & Co.; São Luís do Missouri: B. Herder, 1904, p. 19.

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