Mesmo diante da apostasia das nações, professar a soberania de Cristo sobre as sociedades, nações e toda a ordem política permanece um dever dos católicos.
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Uma criança não se contentaria em ouvir que o coelho saiu da cartola por mágica, porém adultos aceitam tais truques não com coelhos, mas com teologia.
Entre o petismo e o bolsonarismo, a direita brasileira volta a confundir conveniência eleitoral com princípio. E os católicos, mais uma vez, parecem dispostos a trocar a doutrina pelo sentimentalismo político.
De “Corpo Místico de Cristo” para “Povo de Deus”. Uma mudança eclesiológica que parece pequena pode esconder consequências enormes para a Fé da Igreja.
São todas as religiões verdadeiras e Deus, um só? Contra a resposta contraditória do liberalismo religioso, a Escritura, a Tradição e o Magistério.
E se a Igreja que aprendeu a escutar tiver esquecido de que veio para ensinar? A sinodalidade pode ter deixado de ser apenas uma palavra ambígua para tornar-se uma estrutura permanente.
Uma Igreja que se adapta ou que transforma o mundo? Chesterton já respondia a isso décadas antes do Concílio, ao identificar nas “novas religiões” a adaptação da fé às exigências do presente. Sua descrição continua desconcertante.
Quando a Igreja passa a definir-se pelo “caminhar juntos” na aparência de uma Igreja mais participativa, o pastor corre o risco de deixar de ser aquele que governa para tornar-se aquele que representa.
De “arca” a “hospital de campanha”: duas imagens, duas eclesiologias. Quando a ação ocupa o lugar do ser, o que acontece com a identidade da Igreja?
A partir de pressupostos sociais de G. K. Chesterton, uma breve análise comparativa das encíclicas Rerum Novarum (1891), de Leão XIII, e a mais recente Magnifica Humanitas (2026), de Leão XIV.
