A mesma lei moral que obriga os indivíduos obriga também as nações. Se Cristo reina sobre os homens, por que a sociedade estaria dispensada dos deveres que seus membros possuem diante de Deus?
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Mesmo diante da apostasia das nações, professar a soberania de Cristo sobre as sociedades, nações e toda a ordem política permanece um dever dos católicos.
Pedimos um país melhor enquanto preservamos os vícios que o destroem, mas reconhecer Cristo como Rei exige submeter também a política à verdade.
Fiado é coisa do diabo, mas parece ser a regra da política brasileira: promessas sem garantias, dívidas nunca quitadas e eleitores dispostos a renovar o crédito. E a consciência, quanto vale?
Uma criança não se contentaria em ouvir que o coelho saiu da cartola por mágica, porém adultos aceitam tais truques não com coelhos, mas com teologia.
Entre o petismo e o bolsonarismo, a direita brasileira volta a confundir conveniência eleitoral com princípio. E os católicos, mais uma vez, parecem dispostos a trocar a doutrina pelo sentimentalismo político.
Segundo o Presidente Lula, a Igreja Católica precisa adaptar-se para não “passar dificuldades”. Quando a religião é reduzida a um voto, até a alma se torna descartável.
E quando a conveniência do pragmatismo substitui a fidelidade aos princípios? Pior que perder uma eleição é sacrificar princípios e vitimar a própria consciência no altar da política.
Entre especialistas, comentaristas e influenciadores, as recentes sagrações da Fraternidade São Pio X expõem como a mídia reduz questões teológicas complexas a clichês e slogans vazios.
O artigo defende que a teoria tomista da guerra justa permanece válida como critério moral universal e que sua alegada “superação” afirmada pelo Papa Leão XIV em Magnifica Humanitas reflete um método teológico modernista, introduzindo ambiguidade doutrinal e enfraquecendo a tradição moral católica.
