São todas as religiões verdadeiras e Deus, um só? Contra a resposta contraditória do liberalismo religioso, a Escritura, a Tradição e o Magistério.
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Uma Igreja que se adapta ou que transforma o mundo? Chesterton já respondia a isso décadas antes do Concílio, ao identificar nas “novas religiões” a adaptação da fé às exigências do presente. Sua descrição continua desconcertante.
A partir de pressupostos sociais de G. K. Chesterton, uma breve análise comparativa das encíclicas Rerum Novarum (1891), de Leão XIII, e a mais recente Magnifica Humanitas (2026), de Leão XIV.
Com grande satisfação, publicamos a “Instrução Quaresmal” de 1946, carta pastoral do zeloso Arcebispo Dom Ranulpho da Silva Farias, que pastoreou a Arquidiocese de Maceió entre 1939 e 1963. Já em tempos de materialismo e erros modernos, Dom Ranulpho ensinou e exortou a seu clero e fiéis à conversão, à prática sacramental, à firmeza doutrinária e ao ardor eucarístico, reafirmando que só pela fé católica se restauram as almas e a sociedade.
Às portas da Quaresma de 1987, diante da perda do espírito da fé e da influência de princípios liberais no clero, Dom Marcel Lefebvre escreveu uma pequena carta pastoral aos fiéis de sua Fraternidade, alertando-os para a necessidade de permanecer firmes nas tradições católicas e exortando-os à reflexão, enfatizando a importância da penitência, da oração e da comunhão com a Igreja por meio de seus sacramentos para a vida cristã.
O Papa Leão XIV anunciou que iniciará um novo ciclo de catequeses dedicado ao Concílio Vaticano II e à releitura de seus documentos. O autor continua seu último artigo e critica a manutenção de uma agenda modernista que dilui a Fé da Igreja e substitui a autoridade do Magistério pelo diálogo, alertando sobre o autoengano e a euforia dos católicos.
Após o falecimento súbito do Papa Francisco, a eleição e as ações de Leão XIV despertam debates na Igreja. O artigo examina o início do novo pontificado, criticando como euforia a celebração dos fiéis católicos a cada novo acontecimento na estética vaticana, e apontando a mesma estética como uma máscara para a manutenção de uma agenda modernista e ecumênica e a falta de integridade doutrinal das autoridades católicas atuais.
O artigo apresenta a recente nota Mater Populi Fidelis como cume de um processo histórico iniciado no Concílio Vaticano II, que esvazia de significado os títulos marianos, sacrificando a Tradição da Igreja em favor de um ecumenismo modernista e refletindo o orgulho moderno contra a humildade da Santíssima Virgem. Por fim, o autor defende a necessidade da devoção mariana tradicional e do Santo Rosário.
Partindo de um conceito da coisa humorística que visa abarcar defecção e jocosidade, o artigo propõe uma resposta para a questão liberal acerca dos limites do humor.
O artigo analisa os primeiros seis meses de pontificado do Papa Leão XIV, eleito Papa no dia 8 de maio de 2025, a partir de seus desenvolvimentos na teoria e na vida prática da Igreja e seus impactos também fora dela. Embora o período de tempo seja pequeno, já é possível vislumbrar o que os católicos podem esperar do reinado do primeiro Papa americano da história.
