A mesma lei moral que obriga os indivíduos obriga também as nações. Se Cristo reina sobre os homens, por que a sociedade estaria dispensada dos deveres que seus membros possuem diante de Deus?
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Mesmo diante da apostasia das nações, professar a soberania de Cristo sobre as sociedades, nações e toda a ordem política permanece um dever dos católicos.
Fiado é coisa do diabo, mas parece ser a regra da política brasileira: promessas sem garantias, dívidas nunca quitadas e eleitores dispostos a renovar o crédito. E a consciência, quanto vale?
Uma criança não se contentaria em ouvir que o coelho saiu da cartola por mágica, porém adultos aceitam tais truques não com coelhos, mas com teologia.
Pode um homem saber muito sobre tudo e ainda não saber onde está o seu tesouro?
São todas as religiões verdadeiras e Deus, um só? Contra a resposta contraditória do liberalismo religioso, a Escritura, a Tradição e o Magistério.
Uma Igreja que se adapta ou que transforma o mundo? Chesterton já respondia a isso décadas antes do Concílio, ao identificar nas “novas religiões” a adaptação da fé às exigências do presente. Sua descrição continua desconcertante.
E quando a conveniência do pragmatismo substitui a fidelidade aos princípios? Pior que perder uma eleição é sacrificar princípios e vitimar a própria consciência no altar da política.
A partir de pressupostos sociais de G. K. Chesterton, uma breve análise comparativa das encíclicas Rerum Novarum (1891), de Leão XIII, e a mais recente Magnifica Humanitas (2026), de Leão XIV.
O artigo critica o carismatismo “católico”, argumentando que, fundadas e influenciadas por movimentos protestantes, suas práticas e doutrinas se afastam da Tradição e da doutrina católica. O autor reflete desde a origem do carismatismo e sua conexão protestante, alertando para o perigo de aceitação de práticas que contradizem a fé católica e a verdadeira interpretação das Escrituras.
