Pode o zelo pela verdade justificar a injustiça contra o inimigo? Partindo da polêmica entre o Padre José Eduardo e o Centro Dom Bosco, um exame dos perigos da soberba travestida de zelo.
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De “Corpo Místico de Cristo” para “Povo de Deus”. Uma mudança eclesiológica que parece pequena pode esconder consequências enormes para a Fé da Igreja.
São todas as religiões verdadeiras e Deus, um só? Contra a resposta contraditória do liberalismo religioso, a Escritura, a Tradição e o Magistério.
O problema de um lunático nem sempre está na lógica de seu raciocínio, mas na premissa que o sustenta.
E se a Igreja que aprendeu a escutar tiver esquecido de que veio para ensinar? A sinodalidade pode ter deixado de ser apenas uma palavra ambígua para tornar-se uma estrutura permanente.
Reflexão sobre a vida de Santa Dimpna a partir da figura paleotestamentária das filhas de Ló.
Uma Igreja que se adapta ou que transforma o mundo? Chesterton já respondia a isso décadas antes do Concílio, ao identificar nas “novas religiões” a adaptação da fé às exigências do presente. Sua descrição continua desconcertante.
Quando a Igreja passa a definir-se pelo “caminhar juntos” na aparência de uma Igreja mais participativa, o pastor corre o risco de deixar de ser aquele que governa para tornar-se aquele que representa.
E quando a conveniência do pragmatismo substitui a fidelidade aos princípios? Pior que perder uma eleição é sacrificar princípios e vitimar a própria consciência no altar da política.
De “arca” a “hospital de campanha”: duas imagens, duas eclesiologias. Quando a ação ocupa o lugar do ser, o que acontece com a identidade da Igreja?
