A partir de pressupostos sociais de G. K. Chesterton, uma breve análise comparativa das encíclicas Rerum Novarum (1891), de Leão XIII, e a mais recente Magnifica Humanitas (2026), de Leão XIV.
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Entre especialistas, comentaristas e influenciadores, as recentes sagrações da Fraternidade São Pio X expõem como a mídia reduz questões teológicas complexas a clichês e slogans vazios.
Uma profetisa, uma mensagem vinda do alto e a promessa de uma nova era para toda a humanidade. Ecoando uma velha impostura, talvez a história de “Dia D” (2026), o mais novo filme de Steven Spielberg, seja mais antiga do que parece.
Quando a passividade e a omissão se disfarçam de piedade, quem paga o preço? Uma resposta à crítica de Ariel Lazari à Fraternidade São Pio X.
O que acontece quando a liturgia deixa de ser a ascensão da alma a Deus para organizar-se em torno da experiência humana?
O que acontece quando a própria autoridade abandona o princípio que legitimava suas decisões? Quando a ruptura conciliar já não é a acusação dos críticos, mas a prática de Roma, o neoconservador, sem perceber, tornou-se o último guarda de um epitáfio.
O artigo propõe uma leitura do futebol brasileiro como espelho do país: entre ausências, símbolos esquecidos e derrotas repetidas, o Brasil é uma nação que, ao romper com a própria memória, arrisca perder também a capacidade de vencer.
O artigo analisa as recentes sagrações episcopais da Fraternidade São Pio X para discutir os limites da obediência ao Papa, sustentando que a obediência cristã encontra seus limites na Tradição, na lei divina e no ensinamento perene da Igreja.
O artigo aborda como a recente condenação após as sagrações de Écône expõe uma contradição inquietante: enquanto forja um cisma inexistente para excomungar bispos e atemorizar fiéis tradicionalistas, Roma tolera ou mesmo se submete à China ateia. Lei para os fiéis, carícia para os carrascos.
O artigo analisa como as sagrações de 2026 demonstram o fracasso da esperança de reconciliação de Ratzinger, passadas quase quatro décadas da “Operação Sobrevivência”, dando lugar ao triunfo crescente do burocratismo eclesial e a recusa ao diálogo na Igreja contemporânea.
