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O que acontece quando a própria autoridade abandona o princípio que legitimava suas decisões? Quando a ruptura conciliar já não é a acusação dos críticos, mas a prática de Roma, o neoconservador, sem perceber, tornou-se o último guarda de um epitáfio.

O artigo propõe uma leitura do futebol brasileiro como espelho do país: entre ausências, símbolos esquecidos e derrotas repetidas, o Brasil é uma nação que, ao romper com a própria memória, arrisca perder também a capacidade de vencer.

O artigo aborda como a recente condenação após as sagrações de Écône expõe uma contradição inquietante: enquanto forja um cisma inexistente para excomungar bispos e atemorizar fiéis tradicionalistas, Roma tolera ou mesmo se submete à China ateia. Lei para os fiéis, carícia para os carrascos.