O artigo analisa a crescente popularidade do protestantismo na Paraíba como consequência do laicismo educacional desde a proclamação da República, da crise interna da Igreja Católica e do enfraquecimento histórico da formação religiosa no Brasil.
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O artigo propõe Nossa Senhora como padroeira dos economistas, sob o título montfortino de “Tesoureira das Graças do Senhor”, a partir do qual uma reflexão sobre a parábola dos talentos nos evangelhos de São Lucas e São Mateus.
O artigo busca, a partir do pensamento do Cardeal Manning, um dos autores da encíclica Rerum Novarum, estabelecer o espírito da encíclica em contraste com o da recente Magnifica Humanitas, a fim de entender se ambas seguem de fato os mesmos princípios.
O artigo defende que a teoria tomista da guerra justa permanece válida como critério moral universal e que sua alegada “superação” afirmada pelo Papa Leão XIV em Magnifica Humanitas reflete um método teológico modernista, introduzindo ambiguidade doutrinal e enfraquecendo a tradição moral católica.
O artigo examina os princípios, referências e pressupostos filosóficos que estruturam Magnifica Humanitas, a primeira encíclica de Leão XIV recém-publicada, para além de sua afirmação enunciada de proteção da dignidade humana na era da inteligência artificial.
O artigo examina o recente pronunciamento do Cardeal Fernández sobre a FSSPX enquanto expõe e confronta a interpretação sociológica que reduz a vida da Igreja a categorias de cálculo, interesse e utilidade.
O artigo, publicado no aniversário de um ano da eleição de Leão XIV, traça uma analogia entre seu pontificado e a ascensão de Napoleão Bonaparte após a Revolução Francesa. Sustenta que, assim como Napoleão estabilizou a revolução sem revertê-la, Leão XIV restaura formas, disciplina e solenidade no papado enquanto preserva elementos centrais da agenda de Papa Francisco. A questão decisiva permanece em aberto: consolidação ou correção silenciosa? O futuro ainda é incerto.
O artigo critica o carismatismo “católico”, argumentando que, fundadas e influenciadas por movimentos protestantes, suas práticas e doutrinas se afastam da Tradição e da doutrina católica. O autor reflete desde a origem do carismatismo e sua conexão protestante, alertando para o perigo de aceitação de práticas que contradizem a fé católica e a verdadeira interpretação das Escrituras.
O artigo reflete sobre a virtude da esperança em meio à crise da Igreja, discutindo sua definição e importância no contexto atual e distinguindo-a de expectativas humanas ou políticas. À luz de Santo Tomás, mostra que a verdadeira esperança se funda em Deus e visa a felicidade eterna, evitando tanto o desespero quanto a passividade enquanto confia nas promessas de Deus.
O artigo analisa a drástica transformação ritual das bênçãos católicas após a reforma litúrgica, particularmente a bênção da água, demonstrando como o Ritual de Bênçãos promulgado em 1984 esvaziou a essência católica das bênçãos, substituindo exorcismos e bênçãos constitutivas por orações laudatórias que minam a eficácia real dos sacramentais.
