Entre especialistas, comentaristas e influenciadores, as recentes sagrações da Fraternidade São Pio X expõem como a mídia reduz questões teológicas complexas a clichês e slogans vazios.
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Quando a passividade e a omissão se disfarçam de piedade, quem paga o preço? Uma resposta à crítica de Ariel Lazari à Fraternidade São Pio X.
O que acontece quando a liturgia deixa de ser a ascensão da alma a Deus para organizar-se em torno da experiência humana?
O que acontece quando a própria autoridade abandona o princípio que legitimava suas decisões? Quando a ruptura conciliar já não é a acusação dos críticos, mas a prática de Roma, o neoconservador, sem perceber, tornou-se o último guarda de um epitáfio.
O artigo analisa as recentes sagrações episcopais da Fraternidade São Pio X para discutir os limites da obediência ao Papa, sustentando que a obediência cristã encontra seus limites na Tradição, na lei divina e no ensinamento perene da Igreja.
O artigo aborda como a recente condenação após as sagrações de Écône expõe uma contradição inquietante: enquanto forja um cisma inexistente para excomungar bispos e atemorizar fiéis tradicionalistas, Roma tolera ou mesmo se submete à China ateia. Lei para os fiéis, carícia para os carrascos.
O artigo analisa como as sagrações de 2026 demonstram o fracasso da esperança de reconciliação de Ratzinger, passadas quase quatro décadas da “Operação Sobrevivência”, dando lugar ao triunfo crescente do burocratismo eclesial e a recusa ao diálogo na Igreja contemporânea.
O artigo aborda a Legião de Maria, apostolado fundado em 1921, como um modelo de apostolado católico, apontando, através de sua estrutura, ordem e modo de ação, como ela deixa evidente o seu catolicismo e apresenta a “verdadeira face da Igreja Católica”.
O artigo analisa a crescente popularidade do protestantismo na Paraíba como consequência do laicismo educacional desde a proclamação da República, da crise interna da Igreja Católica e do enfraquecimento histórico da formação religiosa no Brasil.
O artigo propõe Nossa Senhora como padroeira dos economistas, sob o título montfortino de “Tesoureira das Graças do Senhor”, a partir do qual uma reflexão sobre a parábola dos talentos nos evangelhos de São Lucas e São Mateus.
