O artigo analisa como as sagrações de 2026 demonstram o fracasso da esperança de reconciliação de Ratzinger, passadas quase quatro décadas da “Operação Sobrevivência”, dando lugar ao triunfo crescente do burocratismo eclesial e a recusa ao diálogo na Igreja contemporânea.
O artigo aborda a Legião de Maria, apostolado fundado em 1921, como um modelo de apostolado católico, apontando, através de sua estrutura, ordem e modo de ação, como ela deixa evidente o seu catolicismo e apresenta a “verdadeira face da Igreja Católica”.
O artigo analisa a crescente popularidade do protestantismo na Paraíba como consequência do laicismo educacional desde a proclamação da República, da crise interna da Igreja Católica e do enfraquecimento histórico da formação religiosa no Brasil.
O artigo propõe Nossa Senhora como padroeira dos economistas, sob o título montfortino de “Tesoureira das Graças do Senhor”, a partir do qual uma reflexão sobre a parábola dos talentos nos evangelhos de São Lucas e São Mateus.
O artigo busca, a partir do pensamento do Cardeal Manning, um dos autores da encíclica Rerum Novarum, estabelecer o espírito da encíclica em contraste com o da recente Magnifica Humanitas, a fim de entender se ambas seguem de fato os mesmos princípios.
O artigo defende que a teoria tomista da guerra justa permanece válida como critério moral universal e que sua alegada “superação” afirmada pelo Papa Leão XIV em Magnifica Humanitas reflete um método teológico modernista, introduzindo ambiguidade doutrinal e enfraquecendo a tradição moral católica.
A partir de uma conversa sobre imortalidade no local de trabalho do autor, o artigo reflete sobre o sentido da vida, usando “Gato de Botas 2” para discutir morte, vaidade, virtude e destino eterno.
Dado os 152 anos do nascimento de G. K. Chesterton, este breve ensaio visa elencar alguns paralelos entre o escritor inglês e Gustavo Corção, como na questão da amizade, caridade, fé e combate ao liberalismo.
O artigo examina os princípios, referências e pressupostos filosóficos que estruturam Magnifica Humanitas, a primeira encíclica de Leão XIV recém-publicada, para além de sua afirmação enunciada de proteção da dignidade humana na era da inteligência artificial.
O artigo examina o recente pronunciamento do Cardeal Fernández sobre a FSSPX enquanto expõe e confronta a interpretação sociológica que reduz a vida da Igreja a categorias de cálculo, interesse e utilidade.
