O presente artigo critica a partir do pensamento de G. K. Chesterton a diferença entre governo representativo e democracia, mostrando que as duas coisas não se confundem, e como uma democracia pode dar-se até mesmo em um regime autoritário.
O artigo, publicado no aniversário de um ano da eleição de Leão XIV, traça uma analogia entre seu pontificado e a ascensão de Napoleão Bonaparte após a Revolução Francesa. Sustenta que, assim como Napoleão estabilizou a revolução sem revertê-la, Leão XIV restaura formas, disciplina e solenidade no papado enquanto preserva elementos centrais da agenda de Papa Francisco. A questão decisiva permanece em aberto: consolidação ou correção silenciosa? O futuro ainda é incerto.
O artigo critica o carismatismo “católico”, argumentando que, fundadas e influenciadas por movimentos protestantes, suas práticas e doutrinas se afastam da Tradição e da doutrina católica. O autor reflete desde a origem do carismatismo e sua conexão protestante, alertando para o perigo de aceitação de práticas que contradizem a fé católica e a verdadeira interpretação das Escrituras.
O artigo reflete sobre a virtude da esperança em meio à crise da Igreja, discutindo sua definição e importância no contexto atual e distinguindo-a de expectativas humanas ou políticas. À luz de Santo Tomás, mostra que a verdadeira esperança se funda em Deus e visa a felicidade eterna, evitando tanto o desespero quanto a passividade enquanto confia nas promessas de Deus.
O artigo denuncia a incoerência de católicos que condenam erros de ideologias de esquerda, mas justificam erros de ideologias de direita, como os cometidos pelo ICE, agência federal americana, durante o atual governo Trump, argumentando sobre a necessidade de coerência moral exigida pela Doutrina Social da Igreja e alertando contra a instrumentalização da fé por ideologias políticas, que ocorre inclusive no Brasil.
O artigo critica o governo representativo à luz de Chesterton, destacando sua atualidade para a realidade brasileira. apontando a banalização do voto, o pragmatismo do “mal menor” e a falta de coerência dos políticos, que adaptam discursos conforme conveniências e deixam de representar não apenas o povo a que representam, mas também a eles mesmos.
O artigo analisa a drástica transformação ritual das bênçãos católicas após a reforma litúrgica, particularmente a bênção da água, demonstrando como o Ritual de Bênçãos promulgado em 1984 esvaziou a essência católica das bênçãos, substituindo exorcismos e bênçãos constitutivas por orações laudatórias que minam a eficácia real dos sacramentais.
O artigo denuncia o falso zelo que reduz a vida devota a critérios práticos e mundanos. Em resposta, reafirma a tradição espiritual da Igreja, a comunhão entre estados de vida e a urgente necessidade de oração pelos sacerdotes e sua santificação.
O professor e filósofo tomista Carlos Nougué analisa o filme “A Paixão de Cristo”, dirigido por Mel Gibson e lançado em 2004, que retrata as doze horas antes da morte de Jesus, abordando para isso enredo, produção, impacto comercial e religioso à luz de critérios estéticos e da tradição católica.
Com grande satisfação, publicamos a “Instrução Quaresmal” de 1946, carta pastoral do zeloso Arcebispo Dom Ranulpho da Silva Farias, que pastoreou a Arquidiocese de Maceió entre 1939 e 1963. Já em tempos de materialismo e erros modernos, Dom Ranulpho ensinou e exortou a seu clero e fiéis à conversão, à prática sacramental, à firmeza doutrinária e ao ardor eucarístico, reafirmando que só pela fé católica se restauram as almas e a sociedade.
