O artigo trata da importância de Nossa Senhora como Mãe, Rainha e Corredentora, destacando sua veneração entre os fiéis e o papel essencial que desempenha na salvação dos homens através de invocações que evidenciam suas qualidades e a necessidade de sua intercessão.

Contra a insidiosa revolta contra a Santa Mãe de Deus, apresentamos este artigo em defesa das doutrinas de Nossa Senhora como Corredentora do gênero humano e Medianeira de todas as graças profundamente apoiado no Magistério tradicional e na Tradição da Igreja, bem como em seus santos e doutores.

O artigo destaca a importância da fé católica na defesa de verdades espirituais, acirrando a crítica à inércia dos católicos mesmo diante de atrocidades e enfatizando que todos têm a responsabilidade de propagar a fé e combater erros em tempos difíceis.

Apresentamos com grande reverência em nossa publicação a tradução da encíclica “Testem Benevolentiae” (1899), do Papa Leão XIII. Nela, o Pontífice condena o “americanismo” — heresia nascida do liberalismo e individualismo modernos — e reafirma como remédio a necessidade de fidelidade à Tradição e ao Magistério da Igreja. 125 anos depois, o documento permanece atualíssimo contra os erros do passado e também do nosso tempo.

Uma análise da distorção dos significados de palavras e conceitos fundamentais na sociedade moderna, pervertidas e subvertidas sob pretexto de ressignificação, destacando como esse mal mina as relações humanas e resulta em caos e ressentimento.

Este artigo trata sobre o que se vem chamando de “virtude da tolerância”, argumentando que a verdadeira virtude exclui completamente a aceitação irrestrita do erro e da falsidade, enfatizando ser a defesa da verdade um dever moral do homem e, mais ainda, do homem católico.

Reflexões diversas sobre a caridade de Nosso Senhor, especialmente a partir da comparação entre os evangelhos da ressurreição do filho da viúva e do exorcismo do menino mudo, e a função da presença intercessora dos pais tanto em Naim como aos pés do Tabor.

O presente artigo continua a tratar dos posicionamentos infelizes do Ifal diante da blasfêmia cometida em sua unidade palmeirense, desta vez abordando a “Nota Oficial sobre Intolerância Religiosa” e a brevíssima e indignante nota da Diocese de Palmeira sobre o assunto, bem como as consequências das diretrizes em voga.