O Papa Leão XIV anunciou que iniciará um novo ciclo de catequeses dedicado ao Concílio Vaticano II e à releitura de seus documentos. O autor continua seu último artigo e critica a manutenção de uma agenda modernista que dilui a Fé da Igreja e substitui a autoridade do Magistério pelo diálogo, alertando sobre o autoengano e a euforia dos católicos.
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Após o falecimento súbito do Papa Francisco, a eleição e as ações de Leão XIV despertam debates na Igreja. O artigo examina o início do novo pontificado, criticando como euforia a celebração dos fiéis católicos a cada novo acontecimento na estética vaticana, e apontando a mesma estética como uma máscara para a manutenção de uma agenda modernista e ecumênica e a falta de integridade doutrinal das autoridades católicas atuais.
O artigo apresenta a recente nota Mater Populi Fidelis como cume de um processo histórico iniciado no Concílio Vaticano II, que esvazia de significado os títulos marianos, sacrificando a Tradição da Igreja em favor de um ecumenismo modernista e refletindo o orgulho moderno contra a humildade da Santíssima Virgem. Por fim, o autor defende a necessidade da devoção mariana tradicional e do Santo Rosário.
Tomando como base a devoção das Sete Dores e Alegrias de São José, o presente artigo traz algumas reflexões que podem auxiliar o católico a enxergar nos principais momentos da vida do Santo Patriarca um verdadeiro itinerário para sua própria vida, além de estabelecer o santo como um modelo ideal de vida com Nosso Senhor e Nossa Senhora.
Apresentamos com grande reverência em nossa publicação a tradução da encíclica “Pastoralis Officii” (1899), do Papa Leão XIII. Face a noção positiva possuída por muitos católicos acerca de duelos de honra e do que se vem chamando “justiçamento”, vem ecoar os princípios imutáveis da Lei de Deus e da lei natural a voz do Magistério da Igreja pelo próprio Vigário de Cristo, para nortear o modo de agir cristão e retornar a ovelha perdida ao redil.
O artigo analisa os primeiros seis meses de pontificado do Papa Leão XIV, eleito Papa no dia 8 de maio de 2025, a partir de seus desenvolvimentos na teoria e na vida prática da Igreja e seus impactos também fora dela. Embora o período de tempo seja pequeno, já é possível vislumbrar o que os católicos podem esperar do reinado do primeiro Papa americano da história.
O artigo trata da importância de Nossa Senhora como Mãe, Rainha e Corredentora, destacando sua veneração entre os fiéis e o papel essencial que desempenha na salvação dos homens através de invocações que evidenciam suas qualidades e a necessidade de sua intercessão.
Contra a insidiosa revolta contra a Santa Mãe de Deus, apresentamos este artigo em defesa das doutrinas de Nossa Senhora como Corredentora do gênero humano e Medianeira de todas as graças profundamente apoiado no Magistério tradicional e na Tradição da Igreja, bem como em seus santos e doutores.
O artigo destaca a importância da fé católica na defesa de verdades espirituais, acirrando a crítica à inércia dos católicos mesmo diante de atrocidades e enfatizando que todos têm a responsabilidade de propagar a fé e combater erros em tempos difíceis.
Apresentamos com grande reverência em nossa publicação a tradução da encíclica “Testem Benevolentiae” (1899), do Papa Leão XIII. Nela, o Pontífice condena o “americanismo” — heresia nascida do liberalismo e individualismo modernos — e reafirma como remédio a necessidade de fidelidade à Tradição e ao Magistério da Igreja. 125 anos depois, o documento permanece atualíssimo contra os erros do passado e também do nosso tempo.
