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Às portas da Quaresma de 1987, diante da perda do espírito da fé e da influência de princípios liberais no clero, Dom Marcel Lefebvre escreveu uma pequena carta pastoral aos fiéis de sua Fraternidade, alertando-os para a necessidade de permanecer firmes nas tradições católicas e exortando-os à reflexão, enfatizando a importância da penitência, da oração e da comunhão com a Igreja por meio de seus sacramentos para a vida cristã.

Contra a tendência de justificar a fé para agradar seus adversários, o artigo clama pelo resgate do vigor católico, sustentando que a única defesa eficaz da Fé não é a diplomacia, mas o ataque altivo com a Verdade, combatendo a letargia e o naturalismo dominante com retidão e sem concessões.

Considerando a forma banal com que a palavra “amigo” passou a ser utilizada em nossos dias, o artigo trata sobre o que é a verdadeira amizade, que é uma forma de amor, e sobre as suas consequências para os amigos.

O Papa Leão XIV anunciou que iniciará um novo ciclo de catequeses dedicado ao Concílio Vaticano II e à releitura de seus documentos. O autor continua seu último artigo e critica a manutenção de uma agenda modernista que dilui a Fé da Igreja e substitui a autoridade do Magistério pelo diálogo, alertando sobre o autoengano e a euforia dos católicos.

Após o falecimento súbito do Papa Francisco, a eleição e as ações de Leão XIV despertam debates na Igreja. O artigo examina o início do novo pontificado, criticando como euforia a celebração dos fiéis católicos a cada novo acontecimento na estética vaticana, e apontando a mesma estética como uma máscara para a manutenção de uma agenda modernista e ecumênica e a falta de integridade doutrinal das autoridades católicas atuais.

O Vaticano emitiu um parecer contrário à ordenação de diaconisas, reafirmando que as diaconisas históricas não equivaliam aos diáconos masculinos. No entanto, as opiniões da comissão de estudos ficaram divididas ao sugerir mais estudos e a criação de “ministérios não ordenados” para mulheres, ignorando a Tradição da Igreja e abrindo precedentes para possíveis mudanças.

O artigo apresenta a recente nota Mater Populi Fidelis como cume de um processo histórico iniciado no Concílio Vaticano II, que esvazia de significado os títulos marianos, sacrificando a Tradição da Igreja em favor de um ecumenismo modernista e refletindo o orgulho moderno contra a humildade da Santíssima Virgem. Por fim, o autor defende a necessidade da devoção mariana tradicional e do Santo Rosário.

Tomando como base a devoção das Sete Dores e Alegrias de São José, o presente artigo traz algumas reflexões que podem auxiliar o católico a enxergar nos principais momentos da vida do Santo Patriarca um verdadeiro itinerário para sua própria vida, além de estabelecer o santo como um modelo ideal de vida com Nosso Senhor e Nossa Senhora.