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O professor e filósofo tomista Carlos Nougué analisa o filme “A Paixão de Cristo”, dirigido por Mel Gibson e lançado em 2004, que retrata as doze horas antes da morte de Jesus, abordando para isso enredo, produção, impacto comercial e religioso à luz de critérios estéticos e da tradição católica.

Em seu artigo, o professor e filósofo tomista Carlos Nougué, nosso autor convidado, analisa a obra musical do compositor estoniano Arvo Pärt. Atravessando a conversão artística e purificação de Pärt do atonalismo, o autor analisa como sua técnica e estilo tintinabular, com influências do canto gregoriano, da polifonia e da música bizantina, e a presença do silêncio e da repetição como que numa oração, tornam Pärt no maior compositor do século XXI.

Considerando a forma banal com que a palavra “amigo” passou a ser utilizada em nossos dias, o artigo trata sobre o que é a verdadeira amizade, que é uma forma de amor, e sobre as suas consequências para os amigos.

O artigo reflete sobre o niilismo, Nietzsche e a crise de sentido e existencial na vida moderna, que é marcada pela ausência de valores transcendentes e pela busca incessante de prazeres efêmeros, assim como sobre a necessidade da verdadeira autossuperação, do sacrifício e da humildade para encontrar um sentido de vida que vai além do próprio “eu”.

A crônica histórica apresenta uma síntese biográfica de São Francisco Xavier (1506–1552), sacerdote e cofundador da Companhia de Jesus, celebrado pela Igreja no dia 3 de dezembro. Descrevendo sua conversão em Paris por Inácio de Loyola e sua monumental missão de evangelização do continente asiático, destaca-se particularmente o legado missionário do Patrono das Missões Católicas.