E quando a conveniência do pragmatismo substitui a fidelidade aos princípios? Pior que perder uma eleição é sacrificar princípios e vitimar a própria consciência no altar da política.
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O presente artigo critica a partir do pensamento de G. K. Chesterton a diferença entre governo representativo e democracia, mostrando que as duas coisas não se confundem, e como uma democracia pode dar-se até mesmo em um regime autoritário.
O artigo critica o governo representativo à luz de Chesterton, destacando sua atualidade para a realidade brasileira. apontando a banalização do voto, o pragmatismo do “mal menor” e a falta de coerência dos políticos, que adaptam discursos conforme conveniências e deixam de representar não apenas o povo a que representam, mas também a eles mesmos.
O presente artigo continua a tratar dos posicionamentos infelizes do Ifal diante da blasfêmia cometida em sua unidade palmeirense, desta vez abordando a “Nota Oficial sobre Intolerância Religiosa” e a brevíssima e indignante nota da Diocese de Palmeira sobre o assunto, bem como as consequências das diretrizes em voga.
São Paulo parece ser verdadeiramente uma cidade singular. Por vezes, quando converso com pessoas de fora, costumo receber sentimentos mistos:…
É uma boa observação a de que uma aventura nada mais é do que um incômodo visto sob o ângulo…
