Pode o zelo pela verdade justificar a injustiça contra o inimigo? Partindo da polêmica entre o Padre José Eduardo e o Centro Dom Bosco, um exame dos perigos da soberba travestida de zelo.
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O problema de um lunático nem sempre está na lógica de seu raciocínio, mas na premissa que o sustenta.
Uma Igreja que se adapta ou que transforma o mundo? Chesterton já respondia a isso décadas antes do Concílio, ao identificar nas “novas religiões” a adaptação da fé às exigências do presente. Sua descrição continua desconcertante.
E quando a conveniência do pragmatismo substitui a fidelidade aos princípios? Pior que perder uma eleição é sacrificar princípios e vitimar a própria consciência no altar da política.
A partir de pressupostos sociais de G. K. Chesterton, uma breve análise comparativa das encíclicas Rerum Novarum (1891), de Leão XIII, e a mais recente Magnifica Humanitas (2026), de Leão XIV.
Dado os 152 anos do nascimento de G. K. Chesterton, este breve ensaio visa elencar alguns paralelos entre o escritor inglês e Gustavo Corção, como na questão da amizade, caridade, fé e combate ao liberalismo.
O presente artigo critica a partir do pensamento de G. K. Chesterton a diferença entre governo representativo e democracia, mostrando que as duas coisas não se confundem, e como uma democracia pode dar-se até mesmo em um regime autoritário.
O artigo critica o governo representativo à luz de Chesterton, destacando sua atualidade para a realidade brasileira. apontando a banalização do voto, o pragmatismo do “mal menor” e a falta de coerência dos políticos, que adaptam discursos conforme conveniências e deixam de representar não apenas o povo a que representam, mas também a eles mesmos.
