Segundo o Presidente Lula, a Igreja Católica precisa adaptar-se para não “passar dificuldades”. Quando a religião é reduzida a um voto, até a alma se torna descartável.
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De “Corpo Místico de Cristo” para “Povo de Deus”. Uma mudança eclesiológica que parece pequena pode esconder consequências enormes para a Fé da Igreja.
São todas as religiões verdadeiras e Deus, um só? Contra a resposta contraditória do liberalismo religioso, a Escritura, a Tradição e o Magistério.
E se a Igreja que aprendeu a escutar tiver esquecido de que veio para ensinar? A sinodalidade pode ter deixado de ser apenas uma palavra ambígua para tornar-se uma estrutura permanente.
Uma Igreja que se adapta ou que transforma o mundo? Chesterton já respondia a isso décadas antes do Concílio, ao identificar nas “novas religiões” a adaptação da fé às exigências do presente. Sua descrição continua desconcertante.
Quando a Igreja passa a definir-se pelo “caminhar juntos” na aparência de uma Igreja mais participativa, o pastor corre o risco de deixar de ser aquele que governa para tornar-se aquele que representa.
De “arca” a “hospital de campanha”: duas imagens, duas eclesiologias. Quando a ação ocupa o lugar do ser, o que acontece com a identidade da Igreja?
Entre especialistas, comentaristas e influenciadores, as recentes sagrações da Fraternidade São Pio X expõem como a mídia reduz questões teológicas complexas a clichês e slogans vazios.
O que acontece quando a própria autoridade abandona o princípio que legitimava suas decisões? Quando a ruptura conciliar já não é a acusação dos críticos, mas a prática de Roma, o neoconservador, sem perceber, tornou-se o último guarda de um epitáfio.
O artigo analisa as recentes sagrações episcopais da Fraternidade São Pio X para discutir os limites da obediência ao Papa, sustentando que a obediência cristã encontra seus limites na Tradição, na lei divina e no ensinamento perene da Igreja.
