São todas as religiões verdadeiras e Deus, um só? Contra a resposta contraditória do liberalismo religioso, a Escritura, a Tradição e o Magistério.
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O presente artigo critica a partir do pensamento de G. K. Chesterton a diferença entre governo representativo e democracia, mostrando que as duas coisas não se confundem, e como uma democracia pode dar-se até mesmo em um regime autoritário.
Partindo de um conceito da coisa humorística que visa abarcar defecção e jocosidade, o artigo propõe uma resposta para a questão liberal acerca dos limites do humor.
O artigo reflete sobre o niilismo, Nietzsche e a crise de sentido e existencial na vida moderna, que é marcada pela ausência de valores transcendentes e pela busca incessante de prazeres efêmeros, assim como sobre a necessidade da verdadeira autossuperação, do sacrifício e da humildade para encontrar um sentido de vida que vai além do próprio “eu”.
É uma boa observação a de que uma aventura nada mais é do que um incômodo visto sob o ângulo…
