Em seu artigo, o professor e filósofo tomista Carlos Nougué, nosso autor convidado, analisa a obra musical do compositor estoniano Arvo Pärt. Atravessando a conversão artística e purificação de Pärt do atonalismo, o autor analisa como sua técnica e estilo tintinabular, com influências do canto gregoriano, da polifonia e da música bizantina, e a presença do silêncio e da repetição como que numa oração, tornam Pärt no maior compositor do século XXI.
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