Há um ano, começávamos a escrever.
O nosso primeiro artigo foi publicado e a Revista Levate foi anunciada ao público. Não sabíamos até onde chegaríamos, nem sobre o que escreveríamos. Sabíamos apenas por que começávamos: porque há coisas que precisam ser ditas, verdades que não podem ser silenciadas e princípios que não podem ser sacrificados em nome da conveniência.
A Levate nasceu pequena e continua pequena. Mas nunca pretendeu medir sua importância pelo tamanho. Em um tempo em que quase tudo parece feito para ser rápido, descartável e esquecível, o nosso intento foi de construir alguma coisa que resistisse um pouco mais: uma revista que levasse a sério a Fé e a Verdade, e a partir dessas lentes levasse a sério todo o resto.
Nestes doze meses, publicamos artigos de nossa própria pena sobre temas diversos, tivemos artigos de convidados, traduzimos e resgatamos textos daqueles que nos inspiram. A todo tempo, procuramos manter sempre uma mesma disposição: a de não escrever nem publicar para agradar ao espírito do tempo, mas para servir àquilo que é eterno.
Rejeitamos que a prudência se transforme em covardia, que a tolerância se transforme em indiferença, que o pragmatismo nos faça esquecer aquilo pelo qual vale a pena lutar.
Um ano depois, a nossa máquina de escrever continua a perseguir com a tinta o papel. E ainda há muito a escrever.
Agradecemos a todos os nossos leitores que leram, compartilharam, acompanharam e colaboraram conosco de alguma maneira. E também aos nossos críticos, que nos robustecem a nossa convicção com suas objeções.
Hoje, na festa de nosso patrono, a Levate completa um ano. E ainda há muito por escrever…
São Miguel Arcanjo, defendei-nos no combate!

